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Para quê, para quem, como? Alguns desafios do cotidiano da pesquisa em serviço social

     Para quê, para quem e como pesquisamos? Estas são as indagações centrais deste artigo. Seu objetivo é discutir alguns desafios que transitam no cotidiano da pesquisa, bem como apresentar algumas ferramentas que propomos para a condução de tal processo, no contexto da formação profi ssional em Serviço Social. Defendemos o reconhecimento do exercício da pesquisa como estratégia de conhecimento e ação e, portanto, como dimensão constitutiva do trabalho do assistente social, ressaltando que tão importantes quanto as descobertas no campo do saber, são as estratégias de intervenção social a elas articuladas.


DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL: A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NO TRATAMENTO E NA PREVENÇÃO DA RECAÍDA

Este trabalho verificou qual o papel que a família do alcóolico desempenha no processo de recuperação e manutenção da abstinência. Edwards (1982) afirma que a participação dos fatores sociais, mais especificamente a da família devem ser avaliados. A partir de uma pesquisa no A.A.(tratamento ao alcóolico) e no Al-Anon (tratamento à família) observou-se que os participantes do A.A. acreditam que podem conviver com esta realidade a partir do apoio e compreensão da família. No grupo do Al-Anon existe a família que age simbioticamente, sem muita discriminação entre fantasia e realidade. Também existe a família que ignora a existência do problema entre seus membros. Pode-se verificar que a família é co-geradora das reincidências do alcóolico, em função de sua influência e participação no processo de restabelecimento.




Os benefícios eventuais previstos na Loas: o que são e como estão

O objetivo deste artigo é apresentar o histórico e atual contexto dos benefícios eventuais, instituídos em 1954 pela política previdenciária, como auxílio natalidade e auxílio funeral e ampliados a partir da Loas.                                                                    Sua regulamentação procede da gestão municipal e estadual da política de assistência social, e esse translado, de uma política para outra, não garantiu a continuidade de concessão desse direito, pois estar legalmente instituído não foi (e não é) suficiente para estar devidamente implementado em todo o país, o que supõe empecilhos econômicos, políticos, sociais, culturais e mesmo pessoais.